Segurança garante redução de homicídios na capital
Levantamento da Secretaria de Segurança Pública do Estado (Sesp) mostra que houve redução no número de homicídio na Grande Cuiabá. Já em Várzea Grande a redução chegou a 20%. Quando se refere ao estado de Mato Grosso, envolvendo os 141 municípios, a queda foi de apenas 5%.De acordo com os dados de janeiro a novembro deste ano, a Capital apresentou queda de quase 10% comparado ao mesmo período do ano passado.
O segundo tipo de crime mais compatido no estado, principalmente na região metropolitana é o latrocínio (roubo seguido de morte). Este ano foram registrados 17 latrocínios em Cuiabá e em Várzea Grande foram 14. Apenas um desses casos ainda não foi solucionado, informa a Sesp.
O secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas, avalia como positivo os dados e atribuiu para a atuação da polícia, que mudou de estratégia para combater os crimes. "Com a criação do núcleo de estatística da análise criminal foi possível identificar melhor a maneira de coibir a ação dos bandidos".
Questionado sobre a carência de profissionais na polícia civil do Estado, o secretário disse que as delegacias especializadas receberam reforço de 15 policiais na capital e em Várzea Grande, o interior também ganhou mais efetivo, em 2016.
Para o próximo ano deve ser lançado concurso público para cadastro reserva com o objetivo de suprir os profissionais que precisarem ser substituído nos próximos anos.
IML
Em relação à situação do Instituto Médico Legal (IML), principalmente o de Cuiabá, Jarbas relatou que foi criada uma comissão através da portaria 104/2016 tem que o prazo de 15 dias para apresentar relatório sobre a estrutura do instituto apontando as necessidades emergenciais para que as providências possam ser tomadas.
Sobre a ausência de luvas, o problema já foi solucionado, a empresa contratada tem até o dia 2 de dezembro para entregar o volume de luvas que serão usadas durante oito meses em todas as unidades do estado.
Caso Rodrigo
Sobre a morte do aluno do Corpo de Bombeiros, Rodrigo Claro, 21, Jarbars informou que está esperando o resultado das duas linhas de investigações, uma feita pelo polícia civil e outra pelos bombeiros, com o objetivo de chegar a melhor conclusão possível do caso.
A Politec também estão levantando, através de exames, a possibilidade do jovem ter desenvolvido o aneurisma por questões genéticas.
Ele ressaltou que se investigação apontar excesso de conduta de profissionais ou até mesmo da dinâmica do curso, medidas serão tomadas para corrigir o erro e penalizar quem cometeu abusos.
